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Crea-PR realiza cerimônia de Homenagem do Mérito nesta segunda

26 de fevereiro de 2018, às 14h45


Imagem ilustrativa para Crea-PR realiza cerimônia de Homenagem do Mérito nesta segunda

Nesta segunda-feira, dia 26, o Crea-PR realiza, em Curitiba, a cerimônia solene de Homenagem do Mérito, onde serão prestadas homenagens a profissionais e empresas vinculados ao Conselho no Paraná e indicados pelas Câmaras Especializadas para receber o diploma e a medalha do mérito por relevantes serviços prestados à engenharia e à agronomia paranaenses. Todos os anos o Crea-PR presta homenagem de reconhecimento aos profissionais de destaque, organizada pela Comissão do Mérito. Neste ano a Comissão foi composta pelos conselheiros engenheira civil Célia Neto Pereira da Rosa, coordenadora e chanceler, engenheiro químico Ivo Brand e engenheiro eletricista Fernando Nunes Patrício, e os suplentes engenheiro de segurança do trabalho Benedito Alves dos Santos Junior, engenheiro agrônomo Rodrigo Luz Martins e engenheiro mecânico Silmar Brunatto Van Der Broocke. Estarão presentes prestigiando a cerimônia o presidente do Crea-PR, engenheiro civil Ricardo Rocha de Oliveira, o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, engenheiro civil Joel Krüger, e outras autoridades locais e estaduais.

Para a chanceler engenheira Célia Neto, “este é o momento em que o Crea-PR mostra aos demais profissionais aqueles que trabalharam e dedicaram sua vida profissional para a melhoria da qualidade da engenharia e da agronomia no Paraná, no Brasil e no mundo. O Conselho reconhece os profissionais que fizeram a diferença de forma positiva”, diz.

Esta homenagem foi criada em 1994, no ato número 39/94 do Crea-PR, que em seu art. 1º diz: “fica instituído o diploma de mérito do Crea-PR para homenagear profissionais, personalidades nacionais e instituições que tenham prestado relevantes serviços ao sistema Confea/Crea bem como à engenharia e agronomia em suas diversas modalidades, no estado do Paraná”.

Conheça os homenageados.

Empresas homenageadas

Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná

A Federação busca estabelecer aproximação com entidades parceiras e contatos frequentes com Instituições Públicas e privadas, para atualização profissional e levantamento de demandas de mercado para os profissionais, nas diferentes regiões do Estado. Edita uma revista em parceira com as Associações municipais e Regionais de Engenheiros Agrônomos a fim de informar e promover os profissionais em suas diversas áreas de atuação.

A Federação dos Engenheiros Agrônomos realiza visitas às  Associações Municipais e Regionais de Engenheiros agrônomos do Estado do Paraná para conhecer a realidade e coletar indicativos de referência para difundir os casos de sucesso para outras associações. Participa do Congresso Brasileiro de Agronomia, incentivando um maior número de Engenheiros Agrônomos a representar as Associações municipais e regionais e a Federação. É também responsável pela organização e realização do Congresso Paranaense de Engenheiros Agrônomos que em 2018 será realizado em Guarapuava.

Flávio Freitas Dinão – ME

A empresa Flávio Freitas Dinão realiza serviços de consultoria e treinamento nas áreas de engenharia elétrica e engenharia de segurança do trabalho.

Itaipu Binacional

Em 1973, após a realização de estudos, técnicos escolheram no rio conhecido como Itaipu o local mais indicado para a usina hidrelétrica. A construção começou em 1974 e em dez anos a população de Foz do Iguaçu passou de 20 mil para mais de 101 mil habitantes. A Itaipu Binacional foi a única grande obra nacional a atravessar a crise econômica brasileira do final dos anos 1970, mantendo o status de prioridade absoluta. Na fase de concretagem da barragem, o ritmo foi de um prédio de dez andares por hora. O fechamento das comportas do canal para a formação do reservatório da usina deu início à operação que salvou a vida de mais de 36 mil animais que viviam na área a ser inundada pelo lago. Durante esses anos foram mais de 100 mil operários que trabalharam na grande obra. Em 5 de novembro de 1982 acontece a inauguração oficial da maior hidrelétrica do mundo com a presença dos presidentes do Brasil e do Paraguai.

A Itaipu Binacional é um marco para o setor elétrico dos dois países e praticamente dobra a capacidade do Brasil de gerar energia. A Itaipu Binacional começa a produzir energia em 5 de maio de 1984, quando entra em operação a primeira das 20 unidades geradoras do projeto.

Em 2000, a Itaipu Binacional estabeleceu um novo recorde mundial de produção pela primeira vez, e foi superado em 2008, 2012 e 2016, quando recuperou o primeiro lugar mundial em produção anual de energia limpa e renovável. Em 2012 a usina já havia gerado energia suficiente para abastecer o mundo durante 39 dias, sendo até hoje a maior hidrelétrica do mundo em produção acumulada.

Lab Soluções Tecnológicas

Fundada em 2000, com uma ampla cobertura de atividades em todo o Brasil, a LAB Telecom cumpre a sua missão de oferecer soluções tecnológicas através da venda de produtos e da prestação se serviços para os segmentos das indústrias de eletroeletrônica, telecomunicações e de segurança eletrônica, agregando valor para seus clientes e seus processos de negócios.  A LAB Telecom constrói sua reputação buscando inovação tecnológica, qualidade e atenção aos seus clientes, através do trabalho zeloso de uma equipe altamente qualificada e experiente.

A LAB Telecom implementou e mantém um Sistema de Gestão Integrada, contendo a documentação de acordo com os requisitos das Normas ABNT NBR ISO 9001, ISO 14001, e ISO/DIS 45001. Seu laboratório possui excelência em desempenho e a equipe, altamente especializada, é capaz de executar uma ampla gama de serviços de manutenção e reparo.

Sua missão é gerar soluções com excelência na prestação dos serviços de manutenção e reparo de equipamentos, assegurando a satisfação de seus clientes.

Homenagens “In Memorian”

Engenheiro Industrial Aldo Sani

Formado pela Faculdade de Engenharia Industrial da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 1954, foi diretor superintendente da Riocell e uma das referências nacionais no setor de celulose e papel. Começou sua vida profissional em 1955 na companha Paulista de Celulose e depois na Klabin, no Paraná, onde permaneceu por doze anos. Em 1970, ingressou na Indústria de Celulose Borregaard, em Guaíba, Rio Grande do Sul. Depois foi para a Celulose Nipo brasileira, em Minas Gerais. Na Riocell,  concluiu suas atividades quando se aposentou.

Aldo Sani  dirigiu projetos e implantou ideias inovadoras que o tornaram uma referência para o setor no Brasil e no exterior. Também foi o responsável pela implantação do laboratório de pesquisa na Riocell. Sempre priorizou a formação de novos talentos e a capacitação dos colaboradores que estavam sob seu comando. Foi sócio fundador da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, ajudou a fundar o curso técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI – de Telêmaco Borba. Foi também fundador da Associação Brasileira dos Exportadores de Celulose e responsável pela montagem do mestrado em Celulose e Papel na Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais.

Engenheiro Civil Cássio Bittencourt Macedo

Diplomado na turma de 1947 da Escola de Engenharia da Universidade do Paraná, depois Universidade Federal do Paraná, Cássio começou a trabalhar no ano seguinte no Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná, DER. Em Londrina, como chefe da 7ª Residência do DER, o Eng, Civil Cássio executou os primeiros quilômetros da pavimentação da rodovia que liga Londrina a cidade de Cornélio Procópio. Em 1956 o prefeito de Londrina convidou-o para assumir o Departamento de Obras e Planejamento da cidade. Nesse período foi responsável por projetos e obras que se tornaram importantes na cidade como a concha acústica na praça principal e um estádio de futebol.

Criou também um plano comunitário de pavimentação que espalhou asfalto por várias ruas de Londrina. Mas a obra mais emblemática de sua gestão foi a construção do Lago Igapó, que sugeriu ao prefeito como forma de amenizar o forte calor, e se tornou marca registrada da cidade, inaugurado dia 10 de dezembro de 1959. Aos 35 anos foi designado pelo então governador Moisés Lupion como Secretário de viação e obras Públicas, cargo ao qual seria reconduzido em 1971.

Engenheiro Químico e Geólogo João José Bigarella

Foi professor da Universidade Federal do Paraná de 1949 até 1980. É autor de mais de 200 trabalhos publicados em vários países como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Rússia e África do Sul, além do Brasil. Entre eles, destacam-se o estudo sobre a movimentação dos continentes, a revisão global dos depósitos eólicos ou dunas e da geologia e geomorfologia do quaternário brasileiro. O seu trabalho sobre dunas recentes no litoral paranaense até hoje é referenciado nos mais importantes livros e artigos sobre ambientes eólicos.

Foi membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Latino-americana de Ciências. Participou da Sociedade Brasileira de Geologia, da Geological Society of América, da Associação dos Geógrafos Brasileiros e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Foi membro do Internacional Geological Correlation Program da UNESCO e seu vice-presidente de 1975 a 1976. Fez parte do corpo editorial de diversas revistas científicas europeias. Em 1974, foi um dos fundadores da Associação de Defesa e Educação Ambiental, a primeira organização ambientalista, sem fins lucrativos, do Estado do Paraná e uma das primeiras no sul do País.

O tombamento da Serra do Mar no Estado do Paraná, em 1978, que culminou com a criação do Parque Estadual Pico Marumbi foi baseado em trabalhos do Professor Bigarella. Em 1998 foi estabelecida a Fundação João José Bigarella, cuja missão é desenvolver projetos que busquem melhorar a qualidade da vida humana e ambiental, além de promover e estimular a investigação e pesquisa científicas, tecnológica, cultural e artística. O principal projeto da fundação é a instalação do Museu de Geologia e Paleontologia do Parque Estadual de Vila Velha.

Engenheiro Agrônomo José Tadashi Yorinori

Trabalhou no Instituto de Pesquisa Agropecuária Meridional, do Ministério da Agricultura e Pecuária, onde foi membro da Comissão de Pesquisa Cafeeira. Realizou os primeiros estudos sobre doenças da soja no estado do Paraná e colaborou nos demais projetos de pesquisas do Instituto, sobre doenças do trigo, de feijão e de hortaliças. Prestou orientações técnicas sobre controle de doenças da soja e do trigo para produtores e técnicos da assistência técnica oficial. No Instituto Agronômico do Paraná foi responsável pela montagem dos primeiros laboratórios de pesquisa e coordenador do programa de pesquisa de soja do Estado do Paraná, de 1974 a 1976.

No Centro Nacional de Pesquisa de Soja Embrapa Soja realizou pesquisas sobre controle químico das doenças da soja; treinamento e capacitação de técnicos; desenvolveu mais de mil comunicações técnico-cientificas. Responsável pela cooperação, intercâmbio de informações e treinamento de técnicos e pesquisadores da Argentina, Bolívia, Estados Unidos, Japão, México e Paraguai e teve participação em Comitês Científicos Nacionais e Internacionais.

Idealizador e colaborador da implantação do “VAZIO SANITÁRIO” para o controle de ferrugem “asiática” da soja, que teve início no Mato Grosso em 2006 e, atualmente, faz parte obrigatória das estratégias de controle da ferrugem asiática em todos os estados produtores de soja do País.

Engenheiro Eletricista Wilson Rodrigues Moreira

Graduado como Engenheiro Eletricista, Engenheiro Civil, Engenheiro Mecânico e Engenheiro de Telecomunicações, pela Escola de Engenharia de Itajubá, em Minas Gerais, em 1950. Foi sócio proprietário da Sociedade Eletrotécnica Norte do Paraná, secretário de Obras de Londrina na gestão do prefeito José Richa, prefeito de Londrina de 1983 a 1988 e deputado federal pelo Estado do Paraná de 1991 a 1995.

Participou da execução de diversas obras icônicas como: Terminal Rodoviário de Londrina, Estádio do Café, Terminal Urbano de Londrina, Avenida Leste-Oeste também conhecida por Avenida Dom Geraldo Fernandes, Via expressa de Londrina, também conhecida por Avenida 10 de dezembro, teve participação ativa em diversas obras de vulto em todo Estado do Paraná e do Brasil, e também na eletrificação rural e urbana em toda região norte do Estado. Líder desenvolvimentista, político e visionário que sempre procurou soluções pensando em longo prazo.

Profissionais Homenageados

Engenheiro Civil Everaldo Pletz

Possui mestrado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado em Engenharia Civil, Engenharia de Estruturas, pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor da Universidade Estadual de Londrina, membro do comitê revisor da norma NBR 7190-97, do Instituto Brasileiro de Madeiras e Estruturas de Madeiras, pertence ao corpo de revisores de revistas da área e é membro de comitê da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em estruturas, atuando principalmente nos seguintes temas: estruturas de madeira, construções de madeira, análise estrutural e passarelas.

Engenheiro Mecânico João Antonio Gomes Braga

Ele trabalha há 36 anos na Klabin, e hoje atua como gerente de projetos. Foi responsável pela gerencia geral do Projeto Puma, implantação de uma nova fábrica de celulose com capacidade de 1 milhão e meio de toneladas por ano, infraestruturas envolvidas, termelétrica de 270 MegaWatts, pavimentação e construção de nova estrada, construção de ramal ferroviário, linhas de transmissão de energia. Foi o maior investimento da história da Klabin e maior investimento privado da história do Paraná. Projeto executado dentro do prazo, do orçamento e com excelentes índices de Segurança do trabalho e relações trabalhistas.Foi gerente geral do Projeto MA 1100, nova linha de produção de papel da unidade Monte Alegre.

Engenheira de Segurança do Trabalho Luciana Skroski Castro

Engenheira Química especialista em gestão e Engenharia ambiental e em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Federal do Paraná. Desde 2009 é responsável Técnica e atua como Engenheira de Segurança do Trabalho no SESI Paraná, atendendo indústrias de pequeno, médio e grande porte, através da elaboração de Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, laudo de insalubridade, laudo de periculosidade, Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho, assessoria técnica em perícias e prestação de serviços de consultoria em segurança do trabalho.

Em 2011 lecionou matérias para o curso Técnico de Segurança do Trabalho no Grupo Educacional Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos, e em 2013 lecionou a matéria Agentes de Riscos Químicos para o curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Engenheira Agrônoma Mariângela Hungria da Cunha

Possui graduação em Engenharia Agronômica e mestrado em Solos e Nutrição de Plantas pela Universidade de São Paulo, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, doutorado em Agronomia, Ciência do solo, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e pós-graduação na Cornell University, University of California – Davis  e Universidade de Sevilha. É pesquisadora da Embrapa desde 1982 e professora dos Programas de Pós Graduação em Microbiologia e Biotecnologia da Universidade Estadual de Londrina e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Tem mais de 700 publicações tecnico-cientificas e contribuiu para o lançamento de várias tecnologias. Orientou mais de 60 alunos de pós gradução e realizou mais de 100 orientações de outra natureza.

Presidiu a sociedade Brasileira de Ciência do Solo de 2001 a 2003 e foi vice-presidente e presidente da Reunião da Rede de Laboratórios para a Recomendação, Padronização e difusão da Tecnologia de Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola de 2011 a 2016. Contribuiu para várias revistas científicas nacionais e internacionais. É consultora da Fundação Bill & Mellinda Gates para projetos de fixação biológica de nitrogênio na África, bem como de projetos na Argentina, Peru, Espanha, Australia e França. É pesquisadora do CNPq desde 1992. Seus trabalhos e de sua equipe colaboram para fazer do Brasil um dos casos mais bem sucedidos da aplicação da biotecnologia na agricultura, especialmente na cultura da soja.

Engenheiro de Minas Renato Cesar Reveles Pereira

Engenheiro de Minas no projeto Petrobras – SIX – e Engenheiro de Minas da MINEROPAR. Responsável técnico e pelo projeto e implantação de operação de mina de ouro em subsolo da Mineração Tabiporã, em Campo Largo, no Paraná.

É fundador e consultor da Terra Engenharia desde 1987. Sócio fundador da Associação dos Engenheiros de Minas do Paraná e já foi conselheiro do Crea Paraná.

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