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Acesso em 22/09/2020 às 07h52.

Crea PR constata que 83% de obras e serviços prestados em Foz do Iguaçu apresentam irregularidades

13 de agosto de 2019, às 10h56 - Tempo de leitura aproximado: 1 minuto

Entre os dias 5 e 9 de agosto, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), Regional Cascavel, realizou em Foz do Iguaçu uma operação de intensificação de fiscalização em obras, comércios e grandes empreendimentos na cidade como shoppings e hotéis. A ação contou com a participação dos agentes de fiscalização e inspetores do Crea-PR.

Ao todo, foram fiscalizadas 159 obras e serviços. Foram verificadas a manutenção de elevadores; sistema de ar condicionado e refrigeração; instalação de sistemas de geração de energia; manutenção industrial mecânica e elétrica; engenharia de segurança do trabalho e controle de insetos e pragas.

Os fiscais do Crea-PR identificaram 132 obras/serviços com irregularidades (83%). Em 27,7% dos locais fiscalizados os profissionais responsáveis pelas obras e serviços não possuíam a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou projeto.

A operação também constatou um dado preocupante: o exercício ilegal da profissão. Em 40,8% das obras e serviços fiscalizados não contavam com um profissional habilitado e 65 empresas fiscalizadas estavam executando obras e serviços de engenharia sem o devido registro do Crea-PR. Apenas seis dessas empresas possuíam registro junto ao Crea-PR, porém, sem o responsável técnico habilitado. Outras três empresas estavam operando com o registro cancelado.

De acordo com o Gerente Regional do Crea PR Cascavel, Engenheiro Civil Geraldo Canci, o levantamento aponta preocupação com o grande número obra e serviços de Engenharia sendo executados sem a participação de profissional habilitado. “Isso pode colocar em risco a segurança das pessoas e a vida útil dos empreendimentos”, alerta.

Agora, a partir do resultado desse levantamento, o Crea-PR irá notificar os responsáveis para fim que regularizarem as pendências. “Quem não se regularizar sofrerá as implicações da legislação com multas, se necessário”, afirma Canci.


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