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Presidente do Crea-PR participa em Toledo de debates com a AEP-PR e a CEEQGEM

11 de outubro de 2019, às 15h23


No dia 08 de outubro o presidente do Crea-PR, engenheiro civil Ricardo Rocha de Oliveira, esteve na cidade de Toledo participando de reuniões de destaque para o Sistema Profissional.

Reunião da Câmara de Engenharia Química, Geologia e Minas – CEEQGEM

A reunião da CEEQGEM, coordenada pelo engenheiro químico Mauricio Rigo, foi realizada no campus Toledo na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), e contou com a presença do presidente Ricardo. Na oportunidade, foram apresentadas para professores e alunos do curso de Engenharia Química da instituição ações que mostram a atuação do Crea-PR e a interação com a universidades, falando também especificamente da fiscalização na área de engenharia química, da representação do curso da Unioeste no Plenário do Crea-PR para o período 2020-2021, sobre a PEC 108/2019, além de outros assuntos. Também estava presente no encontro o diretor administrativo da Mútua, engenheiro químico Luiz Eduardo Caron, que na sequência realizou uma palestra aos alunos do 4º ano do curso de Engenharia Química da instituição. A palestra abordou a profissão do Engenheiro Químico, a legislação do Sistema Confea/Crea, e a Mútua.

Ações na área de Engenharia de Pesca

No mesmo dia, aconteceu em Toledo a reunião do presidente Ricardo com a diretoria da Associação dos Engenheiros de Pesca do Paraná (AEP-PR). Na pauta foi debatido sobre as áreas de atuação da engenharia de pesca e a interface com questões de outros conselhos sobre essa atuação como, por exemplo, os Conselhos de Biologia e de Medicina Veterinária. “Conversamos sobre a defesa da atuação dos engenheiros de pesca em suas áreas de atribuição, que são reconhecidas pelo Sistema Confea/Crea, sobre registro de ART e campanhas de valorização profissional”, conta o presidente Ricardo Rocha. Ele afirma ainda que para 2020 a entidade deve ter um representante no Plenário do Crea-PR.

O engenheiro de pesca Ricardo Andrei Krause, presidente da AEP-PR, conta que o primeiro assunto tratado foi a Resolução n.º 523, de 4 de setembro de 2019, que dispõe sobre a atuação do Biólogo em Aquicultura e dá outras providências. “Sobre essa Resolução, solicitamos ao Crea-PR para que se posicione, visto que dentre os itens de atuação dos biólogos estão elaboração de projeto, elaboração do plano de negócios, licenciamento, implantação, entre outras, atividades que em nosso entendimento, conforme a legislação vigente, os engenheiros possuem atribuição para implantação, ou seja, construção de um empreendimento de aquicultura”, comenta o presidente Krause. Para Carlos Eduardo Zacarkim, também engenheiro de pesca membro da AEP-PR, esta é a principal demanda atual da área, “levando-se em conta a atuação dos engenheiros de pesca, principalmente em cooperativas e indústrias de processamento de pescados ou frigoríficos de peixe no oeste do Paraná, visto que o Estado é o maior produtor de pescado do Brasil, com o dobro de produção do segundo colocado”, diz.

Os presentes solicitaram que sejam incluídos na nova Tabela Nacional de Obras e Serviços (TOS-Confea), os serviços de emissão de Guia de Transporte Animal (GTA) e a inspeção sanitária, “pois hoje a tabela está muito genérica”, comenta Zacarkim. Krause explica que “o engenheiro de pesca, assim como outras profissões do sistema Confea/Crea, possui como atribuição profissional o item ‘diagnostico’, ou seja, ao diagnosticar que o animal está apto ao transporte, após avaliação do manejo e controle sanitário dos animais, podemos emitir GTA”. A solicitação vem de acordo com a nota técnica da Federação Nacional dos Engenheiros de Pesca sobre as atividades da profissão. Para eles, o serviço deve ser atribuído não só aos engenheiros de pesca, mas também aos engenheiros de aquicultura e outros títulos da modalidade agronomia. “Atualmente são esses profissionais que realizam todo o processo desde a produção, transporte, armazenamento, controle e inspeção sanitária, e a GTA somente é emitida pelos profissionais registrados no Conselho de Medicina Veterinária”, explica Zacarkim.

Outro tema abordado foi o concurso público que será aberto para preenchimento de vagas no Instituto Ambiental do Paraná, para haja um apoio para a solicitação de vagas destinadas aos engenheiros de pesca e demais profissionais da modalidade Agronomia nas regionais do Estado, “já que estes são determinantes no desenvolvimento da produção de pescados no estado do Paraná”, diz Zacarkim.

O engenheiro de pesca Taciano Maranhão, vice-presidente da AEP-PR, afirma que “a atividade de aquicultura e piscicultura no Estado envolve toda a cadeia produtiva, desde a produção do filhote até a biossegurança no transporte, que deve ser feita pelo profissional habilitado de engenharia de pesca ou outros títulos na modalidade Agronomia, por isso solicitamos apoio do Crea-PR junto aos demais órgãos estaduais que estão envolvidos neste trabalho”.

Estiveram também presentes na reunião os engenheiros de pesca Ronan Maciel Marcos, Robert Hickson e Maria do Carmo Gominho Rosa, ex-conselheira do Crea-PR.

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