{"version":"1.0","provider_name":"Crea-PR","provider_url":"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws","title":"Pa\u00eds ainda sente preju\u00edzos de obras inacabadas - Crea-PR","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"7WuW1pshJK\"><a href=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/2011\/10\/pais-ainda-sente-prejuizos-de-obras-inacabadas\/\">Pa\u00eds ainda sente preju\u00edzos de obras inacabadas<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/2011\/10\/pais-ainda-sente-prejuizos-de-obras-inacabadas\/embed\/#?secret=7WuW1pshJK\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Pa\u00eds ainda sente preju\u00edzos de obras inacabadas&#8221; &#8212; Crea-PR\" data-secret=\"7WuW1pshJK\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>\n","description":"\u00a0 \u00a0 A conclus\u00e3o de obras p\u00fablicas inacabadas, que muitas vezes se arrastam por d\u00e9cadas, tem sido um grande desafio para os sucessivos governos. Um dos maiores obst\u00e1culos \u00e9 que nem os minist\u00e9rios nem o Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) conseguem informar com precis\u00e3o quantos s\u00e3o e qual o or\u00e7amento desses empreendimentos. Obras paralisadas causam duplo preju\u00edzo \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Por um lado, pelo\u00a0 desperd\u00edcio de recursos p\u00fablicos, aplicados sem que se chegue a um\u00a0 resultado concreto. Por outro, pela aus\u00eancia do benef\u00edcio esperado da obra e suas consequ\u00eancias ao desenvolvimento do pa\u00eds e \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de mais riqueza. As obras inacabadas j\u00e1 foram objeto de duas comiss\u00f5es parlamentares de inqu\u00e9rito (CPI) uma em 1995 e outra em 2001. Na primeira, um invent\u00e1rio da Comiss\u00e3o Tempor\u00e1ria de Obras Inacabadas do Senado conseguiu cadastrar 2.214 obras financiadas com \u00ad R$ 15 bilh\u00f5es de recursos p\u00fablicos. Em 2006, o TCU fez um levantamento em que identificou 400 obras inacabadas executadas com recursos da Uni\u00e3o, de forma direta ou por meio de transfer\u00eancias intergovernamentais (obras dos estados e munic\u00edpios com\u00a0 participa\u00e7\u00e3o de recursos da Uni\u00e3o), no valor de R$ 3,34 bilh\u00f5es. A paralisa\u00e7\u00e3o poderia gerar preju\u00edzos de quase R$ 1 bilh\u00e3o aos cofres\u00a0 p\u00fablicos. O objetivo do trabalho do TCU era tra\u00e7ar um diagn\u00f3stico para propor solu\u00e7\u00f5es. O levantamento foi feito em uma amostra que inclu\u00eda oito minist\u00e9rios e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Foram identificados v\u00e1rios motivos que levam \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o, sendo o principal deles o descompasso entre a libera\u00e7\u00e3o de recursos e a execu\u00e7\u00e3o das obras.Ficou evidente a defici\u00eancia dos \u00f3rg\u00e3os gestores em armazenar e recuperar informa\u00e7\u00f5es e o TCU n\u00e3o conseguiu informa\u00e7\u00f5es precisas para mais da metade das obras paralisadas \u00e0 \u00e9poca. O estudo originou o Ac\u00f3rd\u00e3o 1.188\/07, encaminhado ao Minist\u00e9rio do Planejamento com a recomenda\u00e7\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o de um cadastro geral de obras p\u00fablicas. O mesmo ac\u00f3rd\u00e3o traz determina\u00e7\u00e3o ao Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) para a cria\u00e7\u00e3o de um sistema \u00fanico de registro de responsabilidade t\u00e9cnica que identificasse as obras de forma \u00fanica como forma de guardar rela\u00e7\u00e3o com o cadastro do minist\u00e9rio. Em 2009, o TCU realizou um monitoramento da ado\u00e7\u00e3o do que foi recomendado em 2006. Foi avaliado o Sistema de Monitoramento do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (Sispac), implantado pelo Minist\u00e9rio do Planejamento. O sistema, segundo o TCU, apresentou funcionalidades recomendadas pelo ac\u00f3rd\u00e3o, mas estava restrito a obras do PAC. No \u00e2mbito do legislativo, o tribunal ressaltou a necessidade de medidas estruturantes para melhor aplica\u00e7\u00e3o dos recursos federais, como uma carteira de projetos que pudesse conferir prioridades e resolver problemas do fluxo \u00ad financeiro-or\u00e7ament\u00e1rio.. Fonte: Jornal do Senado \u00a0 \u00a0 \u00a0"}