{"id":27838,"date":"2019-12-19T12:30:21","date_gmt":"2019-12-19T15:30:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/?p=27838"},"modified":"2019-12-19T12:32:24","modified_gmt":"2019-12-19T15:32:24","slug":"frota-paranaense-cresce-quase-60-em-10-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/2019\/12\/frota-paranaense-cresce-quase-60-em-10-anos\/","title":{"rendered":"Frota paranaense cresce quase 60% em 10 anos"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"105\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O mundo enfrenta um dos maiores gargalos da atualidade: o tr\u00e2nsito. A cada ano, 1,35 milh\u00e3o de pessoas morrem em acidentes e at\u00e9 50 milh\u00f5es sofrem les\u00f5es n\u00e3o fatais que, muitas vezes, resultam em incapacidade. No ranking da OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade), o Brasil est\u00e1 entre os pa\u00edses com o tr\u00e2nsito mais letal do mundo, sendo o terceiro em mortes em acidentes, atr\u00e1s de, \u00cdndia e China. Para frear o crescimento da frota brasileira, uma lei federal de 2012 determinou que munic\u00edpios com mais de 20 mil habitantes fa\u00e7am um Plano de Mobilidade Urbana (PMU), mas at\u00e9 este ano apenas 5% acataram a determina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"103\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Agora, a Medida Provis\u00f3ria 906\/19 aprovada em 20 de novembro, ampliou o prazo de elabora\u00e7\u00e3o do documento para 12 de abril de 2021. E quem n\u00e3o fizer o estudo ter\u00e1 o repasse de recursos federais suspensos para obras de mobilidade (constru\u00e7\u00e3o de ciclovias, instala\u00e7\u00e3o de abrigos e pavimenta\u00e7\u00e3o de trechos onde circulam \u00f4nibus do transporte coletivo). A especialista em Tr\u00e2nsito e Transportes, Engenheira Civil B\u00e1rbara Andrea Marchesini, registrada no Crea-PR (Conselho de Engenharia e Agronomia do Paran\u00e1), entende que o poder p\u00fablico n\u00e3o pode esperar at\u00e9 o fim do prazo para melhorar a mobilidade urbana dos munic\u00edpios, que est\u00e3o cada mais \u2018inchados\u2019.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure id=\"attachment_27840\"  class=\"figure alignnone\" style=\"width: 857px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27840 size-site-padrao\" src=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-1-847x562.jpeg\" alt=\"\" width=\"847\" height=\"562\" srcset=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-1-847x562.jpeg 847w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-1-768x510.jpeg 768w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-1-543x361.jpeg 543w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-1-336x223.jpeg 336w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-1.jpeg 1000w\" sizes=\"auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/><figcaption class=\"figure-caption\">Brasil tem o terceiro tr\u00e2nsito mais letal do mundo. \u2014 Foto: OMS\/Folha de SP<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"64\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Nos \u00faltimos 10 anos, a frota paranaense cresceu 58%, saltando de 4.683.631 de ve\u00edculos, em 2009, para 7.401.637 at\u00e9 outubro deste ano, segundo o Detran (Departamento de Tr\u00e2nsito do Paran\u00e1). Ent\u00e3o tornar o transporte p\u00fablico eficiente para que a popula\u00e7\u00e3o deixe os ve\u00edculos em casa tem sido um desafio cada vez maior para as cidades que n\u00e3o t\u00eam Plano de Mobilidade Urbana.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"87\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Sem o documento que norteia o planejamento de longo prazo em mobilidade nas cidades brasileiras, os munic\u00edpios t\u00eam respondido a a\u00e7\u00f5es civis do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Paran\u00e1. \u201cCidades com sistema de transporte p\u00fablico antigo enfrentam problemas jur\u00eddicos nas licita\u00e7\u00f5es do servi\u00e7o. \u00c9 que as prefeituras n\u00e3o fazem a gest\u00e3o do sistema, n\u00e3o definem rotas, tarifas, linhas e nem pontos de parada. E se n\u00e3o h\u00e1 equipe t\u00e9cnica para discutir mobilidade nas prefeituras, o servi\u00e7o fica nas m\u00e3os de empresas que visam lucro\u201d, explica a Engenheira Civil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"8\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"99\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">B\u00e1rbara refor\u00e7a que a popula\u00e7\u00e3o s\u00f3 deixar\u00e1 o ve\u00edculo individual em casa se o transporte p\u00fablico for atrativo, r\u00e1pido, eficiente e confi\u00e1vel, melhorias poss\u00edveis quando h\u00e1 pol\u00edticas p\u00fablicas eficazes. Ela tamb\u00e9m ressalta que reduzir os carros nas ruas tornar\u00e1 o transporte mais r\u00e1pido, seguro e humano, al\u00e9m de menos poluente. \u201cSe medidas n\u00e3o forem tomadas, se outros modais n\u00e3o forem abrangidos, n\u00e3o teremos infraestrutura vi\u00e1ria para absorver esses ve\u00edculos que entram durante o ano no Estado. Ent\u00e3o o Plano vem para discutir, ouvir as necessidades da popula\u00e7\u00e3o e fazer proje\u00e7\u00f5es que garantam mobilidade satisfat\u00f3ria para toda a popula\u00e7\u00e3o\u201d, conclui.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"76\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para o tamb\u00e9m Engenheiro Civil habilitado no Crea-PR e especialista em planejamento urbano, Jos\u00e9 Ricardo Vargas de Faria, o transporte coletivo \u00e9 o mais eficiente em todas as esferas, do uso do combust\u00edvel ao espa\u00e7o ocupado na via. \u201cMas desde 2015, na compara\u00e7\u00e3o com o sal\u00e1rio m\u00ednimo, o custo da tarifa vem aumentando. Antes, em Curitiba, por exemplo, o gasto com \u00f4nibus consumia 16,4% do sal\u00e1rio m\u00ednimo e, em 2018, j\u00e1 comprometia 19% da renda.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"84\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Na din\u00e2mica que se coloca hoje, quanto menos usu\u00e1rios, mais a tarifa aumenta; e quanto mais a tarifa aumenta, o n\u00famero de usu\u00e1rios \u00e9 menor. Isso gera um ciclo vicioso\u201d, explica. \u201cE o custo n\u00e3o \u00e9 apenas financeiro. Esse usu\u00e1rio n\u00e3o est\u00e1, necessariamente, migrando para um sistema individual, como carro ou moto, ele est\u00e1 partindo para o transporte a p\u00e9 ou de bicicleta. E isso pode n\u00e3o ser um aspecto positivo, porque, dependendo da dist\u00e2ncia, compromete o tempo das pessoas, a qualidade de vida.\u201d<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"72\" data-block-id=\"14\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em Toledo, munic\u00edpio localizado no Oeste do Paran\u00e1, o transporte p\u00fablico tem se mostrado eficiente a ponto de atrair parte da popula\u00e7\u00e3o motorizada. A informa\u00e7\u00e3o vem de estudos realizados por uma empresa de Engenharia de Tr\u00e1fego que apontaram que 30% dos usu\u00e1rios dos \u00f4nibus da cidade t\u00eam ve\u00edculo individual, mas usam o transporte p\u00fablico por ser mais vantajoso e eficiente. Este foi o \u00fanico exemplo positivo encontrado pela Engenheira Civil no Estado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"7\" data-block-id=\"15\">\n<h3 class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\">Frota curitibana supera a da capital paulista<\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"41\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Proporcionalmente, Curitiba tem mais ve\u00edculos do que a metr\u00f3pole S\u00e3o Paulo. A capital paranaense tem 0,740 ve\u00edculo\/habitante, contra 0,735 ve\u00edculo\/habitante dos paulistanos. At\u00e9 o primeiro semestre deste ano, a capital paranaense acumulava 1,42 milh\u00e3o de ve\u00edculos, segundo dados do Detran-PR.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27841\"  class=\"figure alignnone\" style=\"width: 857px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-site-padrao wp-image-27841\" src=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-3-847x546.jpeg\" alt=\"\" width=\"847\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-3-847x546.jpeg 847w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-3-768x495.jpeg 768w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-3-543x350.jpeg 543w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-3-336x217.jpeg 336w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-3.jpeg 1000w\" sizes=\"auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/><figcaption class=\"figure-caption\">Frota do PR tinha at\u00e9 outubro 7,4 milh\u00f5es ve\u00edculos. \u2014 Foto: AEN-PR<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"100\" data-block-id=\"19\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Agora, se voc\u00ea acha ruim do jeito que est\u00e1, saiba que tem como piorar \u2013 e pode n\u00e3o demorar muito. \u201cSe o ganho real do sal\u00e1rio tivesse continuado, como foi at\u00e9 2013, a situa\u00e7\u00e3o seria muito mais ca\u00f3tica, levaria a um problema incontorn\u00e1vel, ningu\u00e9m andaria mais. A recess\u00e3o \u00e9 que, de alguma maneira, deu uma folga. Mas, tendo um crescimento, isso vai voltar a ser um drama. Quanto mais renda, mais deslocamentos por autom\u00f3vel\u201d, diz o Engenheiro Civil Valter Fanini, um dos autores do Caderno T\u00e9cnico sobre Mobilidade Urbana publicado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paran\u00e1 (Crea-PR).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"20\"><\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"101\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Como ningu\u00e9m torce contra a gera\u00e7\u00e3o de empregos, \u00e9 bom se preparar: de 2007 a 2019, intervalo que inclui o per\u00edodo mais recente de crescimento econ\u00f4mico no Brasil, o n\u00famero de ve\u00edculos em Curitiba cresceu 47%, passando de 966,7 mil para 1,42 milh\u00e3o \u2013 a maior parte s\u00e3o os carros, que respondem por 68% do total. \u201cN\u00e3o h\u00e1 obra que d\u00ea conta para que todos tenham carro. O espa\u00e7o vi\u00e1rio \u00e9 limitado. Pode-se melhorar pontualmente, em \u00e1reas perif\u00e9ricas, mas n\u00e3o vai muito longe do que est\u00e1 a\u00ed. N\u00e3o tem solu\u00e7\u00e3o a n\u00e3o ser reduzir o n\u00famero de autom\u00f3veis\u201d, afirma Fanini.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"87\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Na tentativa de melhorar o tr\u00e2nsito, o munic\u00edpio de Campo Mour\u00e3o (PR), na d\u00e9cada de 1999, retirou a maior parte dos sem\u00e1foros. Tamb\u00e9m foi reduzido o limite de velocidade das ruas e avenidas para 40 km\/h. Os reflexos das mudan\u00e7as foram imediatos. Houve redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de acidentes e mortes no tr\u00e2nsito. Atualmente, a realidade \u00e9 outra, por causa do aumento da frota de ve\u00edculos. \u00c9 que naquela \u00e9poca o munic\u00edpio tinha 22 mil autom\u00f3veis registrados no Detran-PR e a frota atual j\u00e1 ultrapassa 65 mil ve\u00edculos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"56\" data-block-id=\"23\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com o vereador Edson Battilani, Engenheiro e conselheiro do Crea-PR em Campo Mour\u00e3o, hoje o tr\u00e2nsito da cidade est\u00e1 entre os mais violentos do Estado e o n\u00famero de ve\u00edculos j\u00e1 exige estacionamento rotativo na \u00e1rea central, al\u00e9m da instala\u00e7\u00e3o de mais sem\u00e1foros nos cruzamentos. \u201cO estacionamento rotativo, inclusive, est\u00e1 em licita\u00e7\u00e3o\u201d, destaca.<\/p>\n<\/div>\n<h3 class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"24\">Aux\u00edlio aos Engenheiros e prefeituras<\/h3>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"96\" data-block-id=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Lan\u00e7ado em julho em Ponta Grossa, o programa Cidades Experimentais do Detran-PR busca solu\u00e7\u00f5es inteligentes para melhorar a mobilidade urbana nos munic\u00edpios paranaenses. Um termo de coopera\u00e7\u00e3o foi assinado com a prefeitura para o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es do tr\u00e2nsito e o aperfei\u00e7oamento de \u00e1reas t\u00e9cnicas necess\u00e1rias para implementa\u00e7\u00e3o do programa. A ideia \u00e9 construir uma Rede Estadual de Cidades Experimentais com cerca de 100 munic\u00edpios. No ecossistema digital, as cidades ter\u00e3o fomento para tr\u00e1fego inteligente, educa\u00e7\u00e3o, sustentabilidade, seguran\u00e7a e fiscaliza\u00e7\u00e3o no tr\u00e2nsito. As solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas ser\u00e3o desenvolvidas por startups paranaenses, com apoio das universidades.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27842\"  class=\"figure alignnone\" style=\"width: 857px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-site-padrao wp-image-27842\" src=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-4-847x550.jpeg\" alt=\"\" width=\"847\" height=\"550\" srcset=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-4-847x550.jpeg 847w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-4-768x498.jpeg 768w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-4-543x352.jpeg 543w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-4-336x218.jpeg 336w, https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/ft-4.jpeg 1000w\" sizes=\"auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/><figcaption class=\"figure-caption\">Caderno T\u00e9cnico do Crea-PR. \u2014 Foto: Imagem Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Outra ajuda aos Engenheiros e prefeituras vem do Crea-PR, por meio de um caderno t\u00e9cnico da Agenda Parlamentar sobre Mobilidade Urbana. O documento tem diversas informa\u00e7\u00f5es como sobre as Diretrizes dos \u00d3rg\u00e3os Nacionais de Tr\u00e2nsito e Transportes; as Pol\u00edticas Nacionais da Mobilidade Urbana Sustent\u00e1vel; o Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana e Sistema Nacional de Tr\u00e2nsito; o C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro; o Sistema Vi\u00e1rio e Tr\u00e2nsito Urbano e a Municipaliza\u00e7\u00e3o do Tr\u00e2nsito.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.crea-pr.org.br\/ws\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/mobilidade-urbana.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse o caderno t\u00e9cnico<\/a>.<\/p>\n<p>Foto de Capa: Prefeitura de Toledo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mundo enfrenta um dos maiores gargalos da atualidade: o tr\u00e2nsito. A cada ano, 1,35 milh\u00e3o de pessoas morrem em acidentes e at\u00e9 50 milh\u00f5es sofrem les\u00f5es n\u00e3o fatais que, muitas vezes, resultam em incapacidade. 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