Obras da Copa debatidas no Road Show 2014
8 de junho de 2011, às 12h36 - Tempo de leitura aproximado: 1 minuto
“A herança proveniente da Copa envolve tanto as obras quanto a capacitação técnica que estas ações deixarão para nossos profissionais”, comentou o vice-presidente do CREA-PR.
“Acredito que o resultado da Copa do Mundo em si não é o importante, mas sim o que ficará de legado para a capital e para o Estado no que diz respeito à qualidade de vida e desenvolvimento”, emendou o presidente do Sinaenco-PR, Marcos Coelho.
Para o presidente nacional do Sinaenco, João Alberto Viol, Copa do Mundo não significa somente estádios bem construídos, mas um evento que deve ser considerado com ações específicas que envolvam planejamento, projeto e gerenciamento de obras. “Nosso papel é pensar no torneio com foco nos empreendimentos que eles deixarão como herança”, disse, pontuando que o Brasil apresenta um problema cultural, com as pessoas desaprendendo a planejar. “Temos a pressa impregnada em nossos processos. Para as autoridades públicas brasileiras projeto é papel, planejamento é conversa, e isso está totalmente errado”, comentou. “Não podemos mais improvisar e devemos criticar as medidas provisórias que desejam mudar os sistemas de contratação, pois a qualidade dos empreendimentos começam em sua forma de contratação”, falou. “O projeto é o genoma do empreendimento e é a essência de todas as nossas discussões envolvendo a Copa do Mundo 2014”, finalizou.
Participaram do evento o secretário estadual para assuntos da Copa do Paraná, Mario Celso Cunha, representando o governador Beto Richa, o secretário de Administração do Paraná, deputado Rui Hara, entre autoridades, profissionais e estudantes.
Os temas debatidos no Road Show foram “O atual estágio da Copa no Paraná e o andamento da modernizaão da Arena da Baixada”, “”Mobilidade urbana e aeroporto: transporte como chave para o sucesso da Copa de 2014”, “Rede hoteleira, requalificação e impeza urbana: como Curitiba vai receber o turista” e “Curitiba em 2014 – Vitrine ou Vidraça?”
Consultas Públicas
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