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Disponível em <https://www.crea-pr.org.br/ws/2026/09/parana-se-mobiliza-para-levar-a-forca-do-associativismo-a-81a-soea/>.
Acesso em 29/10/2026 às 18h15.
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Paraná se mobiliza para levar a força do associativismo à 81ª SOEA

29 de setembro de 2026, às 11h10 - Tempo de leitura aproximado: 4 minutos

A contagem regressiva para a 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA) já começou. Considerado o maior e mais tradicional evento nacional das áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências, o encontro promovido pelo Sistema Confea/Crea e Mútua será realizado de 13 a 16 de outubro, em Aracaju (SE), reunindo profissionais, lideranças, entidades de classe e instituições de todo o país para debater o futuro da área tecnológica brasileira. A edição deste ano terá como tema “Inovação e Engenharia para Desenvolver o Brasil”.

E o Paraná já está em movimento para marcar presença de forma especial. Por meio do Colégio de Entidades de Classe Regionais (CDER), as entidades paranaenses estão unindo esforços para fortalecer a participação do estado e destacar um dos pilares mais importantes do Sistema Confea/Crea: o associativismo.

Mais do que representar suas modalidades profissionais, as entidades de classe exercem um papel fundamental na defesa dos interesses das profissões tecnológicas, na aproximação com os profissionais e na construção de propostas que fortalecem todo o Sistema. São elas que ajudam a manter vivo o diálogo com a base profissional, promovem capacitação, incentivam a participação institucional e ampliam a representatividade das Engenharias, Agronomia e Geociências em todo o Paraná.

Segundo o coordenador estadual do CDER, Eng. Seg. Trab. Fernando Ribeiro, a participação paranaense em Aracaju será marcada pela integração entre as entidades e pela valorização da identidade do estado.

“Nosso objetivo é mostrar que o Paraná é um estado de muita união dentro do associativismo. Queremos levar para a SOEA não somente os nossos profissionais, mas também a nossa cultura e, principalmente, a nossa capacidade de trabalhar juntos”, afirma.

A mobilização envolve representantes de todas as regionais do CDER. Em uma construção coletiva, coordenadores, entidades e profissionais estão colaborando para criar uma participação que represente o espírito de cooperação característico do estado.

No estande do Paraná, os visitantes poderão conhecer um pouco mais das tradições paranaenses por meio de produtos típicos que simbolizam a diversidade e a riqueza cultural do estado. A proposta é criar um ambiente acolhedor e receptivo, capaz de promover conexões e fortalecer o intercâmbio entre profissionais de diferentes regiões do Brasil.

“Estamos tentando fazer algo diferente, mais próximo das pessoas, recepcionando quem passar pelo estande e criando um ambiente onde os visitantes possam conhecer um pouco mais do Paraná”, destaca Fernando.

Para o coordenador, a iniciativa também reforça uma das principais bandeiras defendidas pelas entidades de classe: o fortalecimento do associativismo dentro do Sistema Confea/Crea.

“A principal pauta que estamos levando é o fortalecimento das entidades de classe e do associativismo. Quando coordenadores regionais, entidades e o CDER Estadual trabalham juntos, conseguimos realizar ações que talvez individualmente fossem muito mais difíceis.”

Além da participação institucional, a SOEA representa uma oportunidade estratégica para a troca de experiências entre diferentes estados, permitindo que novas ideias, projetos e modelos de atuação sejam conhecidos e adaptados à realidade paranaense.

“Queremos aproveitar a SOEA para trocar experiências, conhecer iniciativas que estão sendo desenvolvidas em outras regiões e também apresentar o trabalho que estamos realizando no Paraná. Quando conversamos com outras entidades, conseguimos conhecer novas ideias e buscar caminhos para melhorar o nosso associativismo”, avalia.

Fernando ressalta que a mobilização construída para a SOEA já demonstra a capacidade de articulação das entidades paranaenses e pode abrir caminho para novas iniciativas conjuntas após o evento.

“A própria mobilização que conseguimos fazer já mostra que existe disposição das entidades para trabalhar de forma conjunta. Espero que essa experiência sirva de exemplo para novas ações no Paraná.”

Para ele, a participação das entidades vai muito além da presença em um grande evento nacional. Trata-se de reforçar a importância da representação profissional e do trabalho coletivo em benefício de toda a sociedade.

“Valorizar o profissional também é criar espaços para que ele participe, seja ouvido e tenha representação. É esse trabalho que precisamos continuar fazendo: aproximar as entidades, fortalecer o associativismo e mostrar que, quando trabalhamos juntos, conseguimos fazer muito mais.”

Em Aracaju, o Paraná levará sua experiência, sua capacidade de articulação e a força de entidades que, diariamente, ajudam a construir um Sistema mais representativo, conectado aos profissionais e preparado para os desafios do futuro. Uma participação que pretende evidenciar não apenas as potencialidades do estado, mas principalmente a união de quem acredita que o associativismo continua sendo um dos maiores instrumentos de valorização das profissões tecnológicas.


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